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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Duro de Matar: Um bom dia para ir ao cinema e comer aquela pipoca.



John McClane está de volta... e não está sozinho!

Ontem, dia 22 de Fevereiro, assisti a estreia explosiva de "Duro de Matar: Um bom dia para Morrer", e como já estava super empolgado, me empolguei de vez, pois o filme superou as minhas espectatívas.

Infinitamente superior ao titulo anterior da franquia, Duro de Matar 4.0, o quinto filme chegou com tudo. Um filme muito mentiroso e com certeza os críticos vão falar mal e os fãs de John McClane como eu, vão amar com todas as forças.


A história começa bem fraca, na verdade, ela começa bastante confusa com uma trama que envolve o filho de John, Jack, em um assassinato na Rússia.


Há anos sem contato com o filho, McClane resolve ir para Moscow, passar suas "férias" em busca de notícias do filho, e não muito demora para que aconteça este encontro... Jack (Jai Coutney), está indo a julgamento, quando um grupo de terroristas ataca o prédio e John se vê mais uma vez em uma confusão sem tamanho com Russos.


O filme muda de figura e se torna uma espécie de Bourne/Bond, com direito a CIA, possivel desastre nuclear e muitos chavões de primeira. Mas isso não importa nem um pouco, o que importa, é ver o bom e velho McClane sair no tapa, meter bala, atravessar janelas, levar socos e mais socos, gargalhar epicamente, cair numa piscina duvidosa, capotar de carro, desviar de balas .50 disparadas por um helicoptero, pular da ponte com um carro e escorregar num tobogã... digamos que foi o filme mais completo em termos de ação de toda a série, quase ininterrupta e com direito a uma coisa inédita na franquia... uma super reviravolta mega inesperada e de cair o queixo.


A produção caprichou, o genero apelidado de "Buddy Cops", voltou ao maior estilo anos 1980, só que com tecnologia e efeitos de primeira.

O filme traz inúmeras referencias aos anteriores, nada que atrapalhe aquela pessoa que nunca ouviu falar de Duro de Matar, mas que no caso de fãs da série serão captados de forma bem interessante, podendo arrancar gargalhadas épicas. Uma bela referencia, é o toque de celular de John, a música "Ode to Joy" ( Hino à Alegria) que toca quando Hanz ( Alan Rickman) invade o cofre do Nakatomi, e outra muito boa, é um dado acontecimento que também remete a uma cena épica do primeiro filme que envolve Hanz novamente.


Outra grande acerto desta produção dirigida por John Moore, foram as referencias de John ao filho Jack, são detalhes pequenos, como comentários sobre a época de escola do menino, mais para mostrar que o mesmo não está ali porque foi inventado para o filme, os fãs da série já conhecem os filhos de McClane desde o primeiro filme.

Bruce Willis continua dando o ar cômico ao McClane, que todos nós gostamos e Jai Coutney, fez um bom personagem que em momento algum foi apagado e mostrou bem o que o DNA McCLane é capaz.


Acredito que fãs da franquia e fãs de filmes de ação, não terão o que reclamar do filme, o título é maravilhoso e fantástico. Espero que assistam e falem o que acharam do filme.

Agora vamos aguardar o sexto filme da franquia, pois pelo que tudo indica, irá acontecer mesmo.

Yippee ki yay motherfucker!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Especial Duro de Matar!



Baseado no romance do escritor Roderick Thorp intitulado Nothing Lasts Forever, publicado em 1970, e dirigido por John McTiernan, Duro de Matar conta a historia "natalina" de um policial nova-iorquino, John McClane ( Bruce Willis) que vai a Los Angeles visitar sua mulher, Holly Gennero (Bonnie Bedelia). Chegando lá, John vai para uma festa no local no Nakatomi Plaza, uma gigantesca multinacional, onde sua esposa trabalha.  Mas para o azar de McClane, um grupo Alemão de terroristas liderados por Hanz Gruber ( Alan Rickman ), sequestram o prédio, na intenção de roubar US$640.000.000,00 em ações. O que Gruber não esperava, é que um simples policial, daria cabo de sua célula e ainda o arremessaria da janela...


No segundo filme, novamente em uma noite de natal, John começa sua aventura ao ir buscar sua esposa no aeroporto. Enquanto aguarda o voo, terroristas assumem o controle do aeroporto de Washington, visando libertar um preso político (Franco Nero) que está sendo extraditado, e ameaçam destruir várias aeronaves se as exigências deles não forem cumpridas. Mas a esposa (Bonnie Bedelia) de John McClane (Bruce Willis), um detetive de Nova York, se encontra em um dos aviões, assim o marido resolve enfrentar a quadrilha.


No terceiro capitulo de sua franquia, John McClane (Bruce Willis) está separado há um ano de sua mulher, anda bebendo demais e também está afastado da polícia. Mas, como desgraça pouca é bobagem, o irmão (Jeremy Irons) de um antigo inimigo começa a colocar bombas em lugares movimentados de Nova York e dá ao policial uma série de enigmas, que podem evitar as explosões. Na tentativa de resolvê-los, ele começa acidentalmente a ser ajudado por um negro (Samuel L. Jackson) do Harlem, que o ajuda a desvendar toda a trama.


No quarto segmento da franquia Duro de Matar, Bruce Willis reencarna, John McClane, o protagonista dos três primeiros filmes. Outros destaques do elenco incluem Justin Long, Timothy Olyphant, Mary Elizabeth Winstead, e Maggie Q. A história se passa 19 anos após o primeiro filme e vêmos McClane enfrentando cyber-terroristas. O filme foi baseado no artigo "A Farewall to Arms" ("O Adeus às Armas") de 1997, escrito por John Carlin, para a revista Wired. O filme foi lançado na América do Norte no dia 27 de junho de 2007.

O que muitos esperavam de Duro de Matar 4.0, era um fiasco, nada mais que um ator beirando os 50 anos, voltando a interpretar o personagem que o consagrou, mas o resultado foi outro... o filme agradou fãs de todo mundo e teve uma receita bem lucrativa em vista ao gasto de produção, o filme arrecadou US$ 383.531.464 e custou US$ 110.000.000. A história do filme é bem simples, na verdade, bem clichê, os Estados Unidos sofrem um novo ataque terrorista, desta vez através da informática. Um hacker consegue invadir a infra-estrutura computadorizada que controla as comunicações, transporte e energia do país, ameaçando causar um gigantesco blecaute. O autor do ataque planejou todos os passos envolvidos, mas não contava que John McClane (Bruce Willis), um policial da velha guarda, fosse chamado para confrontá-lo.

O que vemos neste filme nada mais é que o heroísmo, um cara velho, destruído, com combates internos, deixando de lado todas as perdas de sua vida, um casamento fracassado, filhos afastados... e que mesmo sem balas, mostra que pode derrubar um helicóptero com um carro e destruir meia cidade para salvar seu País.


Agora, estamos esperando ansiosamente por amanhã, dia 22 de Fevereiro de 2013, quando irá estrear, o quinto filme da franquia, Duro de Matar: Um bom dia para morrer. A trama se passa em  Nova York, Estados Unidos. O policial John McClane (Bruce Willis) está em busca de informações sobre o filho, Jack (Jay Courtney), com quem não fala há alguns anos. Com a ajuda de um amigo, ele descobre que Jack está preso na Rússia, acusado de ter cometido um assassinato. John logo parte para o país na intenção de rever o filho e, pouco após chegar, acaba encontrando-o em plena fuga do tribunal onde seria julgado. Jack está com Yuri Komorov (Sebastian Koch), um terrorista que diz ter em mãos um dossiê que pode incriminar um potencial candidato à presidência russa, Chagarin (Sergey Kolesnikov). Ele não gosta nem um pouco de reencontrar o pai, mas a insistência de John em ajudá-lo acaba, aos poucos, quebrando o gelo entre pai e filho.


Dois McClanes contra uma célula terrorista. esta ansiedade nada mais é que um presente para os fãs, que mesmo com o passar dos anos, a calvície e os clichês, amam a franquia e assistiriam John McClane até em um andador, com fraldas geriátricas, cagado e caduco.

Yippee ki yay, mother Russia!!